Laboratório de Análises António Mergulhão, S.A. - Laboratório de Análises Clínicas

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História

História

História do Laboratório António Mergulhão

O Laboratório

O Laboratório de Análises Clínicas António Mergulhão S.A foi fundado por António Augusto Pereira Mergulhão (1948-2013) em nome individual, em 1976, tendo sido transformado três anos mais tarde em sociedade por quotas, com a designação Laboratório António Mergulhão, Lda. Em 2006, António Mergulhão realizou unificações de quotas, aumentou o capital social e transformou a sua empresa em sociedade anónima.

Inicialmente ocupava o 3º andar esquerdo do edifício sito no nº 2 da Rua Dr. Manuel de Almeida; mais tarde, e dada a necessidade de ampliação de instalações passou também a ocupar o 3º andar direito e desde Abril de 2016 o atendimento ao público é feito no R/c, de frente para o Largo da Mó, tornando o serviço mais acessível à população.

António Mergulhão

António Mergulhão impulsionou o alargamento, modernização e humanização, numa base sustentada, de todos os recursos técnicos, humanos e financeiros, nomeadamente com a criação de Postos de Colheita dispersos pelo Barlavento Algarvio, colmatando a carência de cuidados complementares de diagnóstico (análises clínicas) às populações do interior, com menos recursos financeiros e dificuldade de mobilidade e acesso aos centros populacionais.

Em 2004, implementou um Sistema de Gestão de Qualidade para Laboratórios de Análises Clínicas e como responsável da qualidade obteve a Certificação do seu Laboratório pela Norma ISO 9001-2008 e Boas Práticas Laboratoriais.

Organograma
 

FAQ

FAQ

Perguntas Frequentes

Posso fazer análises no período menstrual?

Não há problema em fazer análises de sangue durante o período menstrual. Contudo, é fundamental que o seu médico tenha conhecimento disso porque há parâmetros que variam de acordo com o ciclo menstrual.

Se estiver no período menstrual, não deverá realizar colheita de urina, uma vez que o sangue poderá ser indevidamente valorizado. No entanto, em caso de urgência a análise pode ser realizada, sendo esse dado considerado na avaliação do resultado.

Quanto tempo tenho de esperar pelo resultado das minhas análises?

O tempo de realização das análises depende do tipo de determinação. No momento da colheita, o técnico informa o utente acerca da data de levantamento do resultado, entregando o respectivo boletim de levantamento.

Se tiver algum tipo de requisito em relação ao tempo ou urgência de recepção dos resultados, fale connosco. Tentaremos adequar o prazo de entrega sempre que tal seja possível.

As análises devem ser feitas em jejum?

Para alguns parâmetros, como por exemplo a glicose, o colesterol e os triglicéridos, a colheita de sangue tem que ser feita obrigatoriamente em jejum. Para outros parâmetros, como por exemplo o hemograma, não é necessário jejum. No entanto, por uma questão de padronização (ou seja, se já costuma fazer em jejum) recomenda-se a colheita em jejum.

Posso tomar a minha medicação habitual no dia da colheita?

A sua medicação habitual só deve ser interrompida sob orientação médica.
Existem medicamentos que, de facto, interferem com o resultado de algumas análises, nomeadamente antibióticos e anti-inflamatórios. No entanto, se a interrupção não for possível, esse dado terá que ser considerado na avaliação dos resultados.

A colheita de urina tem que ser sempre a primeira da manhã?

Por norma pede-se a primeira urina da manhã por ser mais concentrada. No entanto, em determinadas situações pode aceitar-se outra amostra, desde que seja realizada 2 horas após a última micção.

Porque razão pode ser necessário fazer nova colheita?

Poderá ser necessário realizar nova colheita se o volume da amostra for insuficiente para repetição e/ ou confirmação do resultado. Neste caso, o laboratório entra em contacto com o utente para marcação da data da nova colheita, sem qualquer custo adicional.

Posso beber água antes de ir fazer análises?

Sim, mas com moderação. A água em excesso pode interferir com as análises de urina.

Fumar antes da colheita de sangue pode interferir com os resultados?

A nicotina interfere com a agregação plaquetária e com os testes de tolerância à glicose (curva de glicémia). Nestes casos, não fume antes da colheita de sangue.

O esforço físico pode interferir com o resultado das análises?

Se o esforço físico for intenso pode alterar os valores de alguns parâmetros como glicose, hemograma, ácido láctico, entre outros.

O álcool pode alterar o resultado dos exames?

Sim, especialmente os triglicéridos e a gama-glutamil-transpeptidase.

Análises

Análises

Conheças os nossos Exames/Análises

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Teste Respiratório - Helicobacter pylori

Teste Respiratório - Helicobacter pylori

Teste Respiratório - Helicobacter pylori

Teste Respiratório - Helicobacter pylori

A bactéria Helicobacter pylori é responsável por algumas úlceras, gastrites e duodenites e está muitas vezes relacionada com alguns cancros de estômago.

Algumas pessoas infectadas podem não apresentar sintomas. Porém, os sintomas mais frequentes são: náuseas, gases, dispepsia (dificuldade digestiva), azia e dor epigástrica.

O teste respiratório para determinação da presença da bactéria Helicobacter pylori está indicado no diagnóstico de infecção e na confirmação da erradicação pós-tratamento.

É um teste não invasivo, simples e seguro, que pode ser realizado a partir dos 12 anos. O utente deve cumprir, no mínimo, 6 horas de jejum e o teste deve ser realizado pelo menos um mês depois de uma terapêutica contra a infeção bacteriana e duas semanas depois da última administração de um medicamento para reduzir a libertação de ácido no estômago.

O teste baseia-se em respirar, através de uma palhinha, para dentro de um tubo aos 0 minutos e, após a ingestão de uma solução de ureia marcada com Carbono 13, aos 30 minutos.

Nos doentes com a bactéria, a presença da enzima urease do Helicobacter pylori reage com a ureia, sendo libertado dióxido de carbono marcado com Carbono 13, o qual será libertado no ar expirado.

Prova do Suor

Prova do Suor

Prova do Suor

Prova do Suor

Prova do Suor

Prova do Suor

É o teste de referência para o diagnóstico de Fibrose Cística.

Os pacientes com esta doença têm uma concentração do ião cloreto no suor mais elevada do que as pessoas que não têm a doença.

A colheita é feita no Laboratório Central, mediante marcação prévia.

Perfis de Análises

Perfis de Análises

Perfis de Análises

Perfis de Análises

Na procura de melhor servir os nossos utentes, o laboratório estabeleceu conjuntos de análises, a preços especiais, que estão à disposição dos nossos utentes.

Perfil Básico

Glicemia, colesterol total, triglicéridos, ácido úrico e creatinina.

Perfil geral

Hemograma + plaquetas, PCR, ácido úrico, creatinina, ureia, colesterol total, HDL, glicemia, triglicéridos, AST, ALT, GGT, urina II.

Perfil geral Homem + 40 anos

Perfil geral Homem + 40 anos

Perfil geral Homem + 40 anos

Hemograma + plaquetas, PCR, ácido úrico, creatinina, ureia, colesterol total, HDL, glicemia, triglicéridos, AST, ALT, GGT, urina II + PSA total.

Diabético

Glicemia, glicada, urina II, microalbuminúria.

Função tiroideia

TSH, T4 livre.

Perfil lipídico

Perfil lipídico

Colesterol total, HDL, LDL, triglicéridos.

Função hepática

AST, ALT, GGT, Bilirrubinas.

Perfil pré-operatório/ preparação colonoscopia/ endoscopia

Hemograma + plaquetas, tempo de pró-trombina, glicose, ureia e creatinina.

Cardiologia

Hemograma + plaquetas, creatinina, ureia, colesterol total, HDL, glicemia, triglicéridos, ionograma.

Rastreio Pré-Natal

Rastreio Pré-Natal

Rastreio Pré-Natal

Rastreio Pré-Natal

O que é um teste rastreio pré- natal?

O que é um teste rastreio pré- natal?

Um teste de rastreio pré-natal consiste num conjunto de análises e/ ou dados ecográficos que permitem calcular o risco* de ter um bebé com uma determinada malformação.

* Um risco representa a probabilidade de determinado acontecimento ocorrer.

Um teste de Diagnóstico Pré-Natal_ Rastreio Combinado do 1º Trimestre tem por objectivo avaliar o grau de risco, não constituindo por si só um teste de diagnóstico.

O rastreio pré- natal combinado do 1º Trimestre deve ser efectuado entre a 11ª e a 13ª semana+ 6 dias de gestação.

O rastreio pré- natal combinado do 2º Trimestre deve ser efectuado entre a 11ª e a 22ª semana.

Como é que é calculado o risco?

Como é que é calculado o risco?

O risco é calculado com base na idade da grávida (quanto maior, maior é o risco), no valor das análises efectuadas no sangue (Proteína Plasmática A Associada à Gravidez _PAPP-A, Subunidade β livre da Hormona Gonadotrófica_β-HCG livre e Alfa-fetoproteína_ AFP) e no exame ecográfico.

Os níveis de PAPP-A, β-HCG livre e AFP em grávidas de bebés sem anomalias é, em geral, ligeiramente diferente do verificado em gestações de bebés com trissomias.

Razões para realizar o rastreio pré- natal combinado do 1º e 2º Trimestre

O rastreio pré- natal combinado do 1º e 2º Trimestres são métodos sensíveis e rigorosos para o rastreio pré- natal de trissomia 21 (Síndrome de Down) e trissomia 18 ( Síndrome de Edwards).

O rastreio do 1º trimestre permite também a avaliação do risco* para trissomia 13 (Síndrome de Patau).

A avaliação do risco* para defeitos no tubo neural (DTN) é possível no rastreio do 2º trimestre.

O conhecimento desse risco pode ajudar os futuros pais a decidir se querem ou não fazer testes de diagnóstico específicos. O diagnóstico definitivo das malformações referidas só pode ser feito através de exames invasivos, como a biópsia das vilosidades coriónicas ou amniocentese.

Avaliação do risco

O rastreio pré- natal combinado do 1º Trimestre deve ser efectuado entre a 11ª e a 13ª semana+ 6 dias de gestação.

O rastreio pré- natal combinado do 2º Trimestre deve ser efectuado entre a 11ª e a 22ª semana.

Hematologia

Hematologia

Hematologia

Hematologia

Hematologia

Hematologia

Essencialmente, a hematologia é o estudo do sangue.

Os principais constituintes do sangue são os glóbulos vermelhos ou eritrócitos (responsáveis pelo transporte da hemoglobina), os glóbulos brancos ou leucócitos (fundamentais na acção do sistema imunitário) e as plaquetas (envolvidas na coagulação do sangue).

Nesta valência, as análises clínicas mais comuns são:

  • hemograma + plaquetas
  • reticulócitos
  • velocidade de sedimentação
  • tempo de protrombina (INR)
  • tempo de tromboplastina parcial activado (PTT)
  • fibrinogénio
  • electroforese de hemoglobinas

 

 

Geralmente, para a realização destas análises não é necessário estar em jejum. De qualquer forma, se tiver dúvidas não hesite em contactar-nos.

Bioquímica

Bioquímica

Bioquímica

Bioquímica

Bioquímica

Bioquímica

A bioquímica é normalmente definida como a ciência que estuda os processos químicos nos organismos, incluindo o estudo da estrutura e função metabólica de elementos celulares como proteínas, hidratos de carbono e lípidos.

No vasto grupo de análises associadas a este ramo, os parâmetros geralmente mais pedidos são:

 

 

  • glucose;
  • colesterol (total, HDL e LDL);
  • triglicéridos;
  • ureia;
  • creatinina;
  • ácido úrico;
  • ionograma
  • transaminases (AST, ALT, ?-GT);
  • ferro;
  • magnésio;
  • cálcio.

 

 

Salvo outra indicação específica do médico responsável, regra geral é necessário estar em jejum para efectuar estas análises. Se tiver dúvidas não hesite em contactar-nos.

Endocrinologia

Endocrinologia

Endocrinologia

Endocrinologia

Endocrinologia

Endocrinologia

A endocrinologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo do funcionamento hormonal.

As hormonas são substâncias químicas que controlam diversos processos no organismo (como o sono, o crescimento, o peso, a reprodução, o ritmo cardíaco e a estabilidade emocional). Assim, a variação da sua concentração na corrente sanguínea pode determinar alterações no funcionamento normal desses processos.

 

 

As análises hormonais mais comuns são:

  • TSH (hormona estimulante da tiróide);
  • FT3 e FT4;
  • T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina);
  • FSH (hormona folículo estimulante);
  • LH (hormona luteína);
  • β-HCG (gonadotrofina coriónica humana);
  • estradiol;
  • testosterona;
  • progesterona;
  • insulina;
  • cortisol.

 

 

Por norma, para a realização destas análises não é necessário estar em jejum. Se habitualmente toma medicação em jejum, informe-se junto do seu médico se deve fazer a colheita de sangue antes ou depois de tomar a medicação.

Imunologia

Imunologia

Imunologia

Imunologia

Imunologia

Imunologia

A imunologia é a área da biologia que estuda o sistema imunitário e inclui o estudo do funcionamento fisiológico do sistema imune de um indivíduo sadio ou não e o estudo de alterações do funcionamento do sistema imune em caso de doença auto-imune ou hipersensibilidade.

Nesta valência incluem-se todas as análises clínicas relacionadas com:

 

 

  1. alergias (como as imunoglobulinas, IgE especificas, phadiotop (alimentar e/ou inalante));
  2. auto-imunidade (como factor reumatóide e anticorpos antinucleares);
  3. presença de vírus como o VIH ou vírus responsável pela hepatite C.

 

 

Para a realização destas análises não é necessário estar em jejum. De qualquer forma, basta contactar o laboratório e qualquer dúvida será esclarecida.

Microbiologia

Microbiologia

Microbiologia

Microbiologia

Microbiologia

Microbiologia

A microbiologia é o ramo da biologia que estuda os microrganismos. Em laboratório, particularmente, diz respeito à pesquisa de bactérias, fungos e/ou parasitas em diversas amostras.

A maioria dos produtos biológicos analisados são urina, fezes, exsudados (vaginal, uretral, faríngeo, purulento) e expectoração, nos quais se pesquisa a presença de microrganismos patogénicos e se testa a sensibilidade aos antibióticos.

 

 

A colheita de produtos para análise em microbiologia deve respeitar normas de assepsia adequadas. Por exemplo, a utilização de frascos esterilizados na colheita de urina para cultura é essencial para a obtenção de um resultado fidedigno.

 

 

Para a realização destas análises não é necessário estar em jejum. De qualquer forma, basta contactar o laboratório e qualquer dúvida será esclarecida.

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

Toxicologia Clínica e Monitorização de Fármacos

A toxicologia é a ciência que se dedica ao estudo dos efeitos nocivos das substâncias químicas no organismo e inclui a monitorização de fármacos, cujo objectivo é alcançar a máxima eficácia terapêutica com a incidência mínima de efeitos adversos.

 

 

A monitorização terapêutica de fármacos é particularmente útil em caso de fármacos com margem terapêutica estreita e em grupos de doentes específicos como insuficientes Por precaução, informe-se junto do seu médico se deve fazer a colheita de sangue antes de tomar a medicação diária.

 

 

Acordos

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Saúde +

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  • Qualquer credencial é válida e é obrigatório a apresentação do cartão próprio desta rede.

ServiMED e RNA

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Serviço de Assistência Médica e Rede Nacional

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  • Qualquer credencial é válida e é obrigatório a apresentação do cartão próprio desta rede.

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ADM

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Assist. Doença Servidores Civis do Estado

Documentos necessários

  • Cartão de Beneficiário
  • Credencial médica
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CGD

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GNR

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Guarda Nacional Republicana

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PSP

PSP

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SAMS-SIB

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Sindicato Independente da Banca

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Documentos necessários

  • Cartão de Beneficiário
  • Prescrição médica

SAMS SBSI

SAMS SBSI

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Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas

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Plano Saúde Well's

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Boletim Informativo 04 - Diabetes

Boletim Informativo 04 - Diabetes

Boletim Informativo 04 - Diabetes

  • O que é a Diabetes
  • Os principais tipos de Diabetes
  • Complicações da Diabetes
  • Prevenção

Boletim Informativo 04 - Diabetes

O que é a Diabetes

O que é a Diabetes

A Diabetes é uma doença crónica caracterizada por valores elevados de glicose (açúcar) no sangue. Durante a digestão, o organismo absorve os nutrientes dos alimentos ingeridos, convertendo-os em várias moléculas, sendo a glicose (a nossa principal fonte de energia) uma dessas moléculas. Para que as células absorvam a glicose que circula no sangue e mantenham os níveis de açúcar normais, é necessário que o pâncreas produza insulina em quantidade suficiente e/ou que funcione adequadamente. A insulina é uma hormona que funciona como uma chave que permite a entrada da glicose nas células.

Os principais tipos de diabetes são

  • Diabetes tipo 1
  • Diabetes tipo 2
  • Diabetes gestacional

A Diabetes tipo 1, também conhecida como Diabetes Insulino-Dependente, atinge na maioria das vezes crianças ou jovens. As pessoas com Diabetes tipo 1 necessitam de terapêutica com insulina para toda a vida porque o pâncreas deixa de a poder fabricar, devido à destruição das células produtoras. Sendo a causa a falta de insulina, esta doença não está directamente relacionada com hábitos de vida ou de alimentação, ao contrário do que acontece na diabetes Tipo 2.

A Diabetes tipo 2 é o tipo mais comum de Diabetes e tem como principais fatores de risco o excesso de peso e a obesidade, o sedentarismo e a predisposição genética. Neste caso, existe um desequilíbrio no metabolismo da insulina, sendo necessária uma maior quantidade de insulina para a mesma quantidade de glicose no sangue. Por isso as pessoas com maior resistência à insulina podem, numa fase inicial, apresentar valores mais elevados de insulina e valores de glicose normais. À medida que o tempo passa, o organismo vai tendo maior dificuldade em compensar este desequilíbrio e os níveis de glicose sobem. Embora tenha uma forte componente hereditária, este tipo de Diabetes pode ser prevenido controlando os fatores de risco.

A Diabetes Gestacional é a que ocorre durante a gravidez, em média cerca de 1 em cada 20 grávidas.

Complicações da Diabetes

Complicações da Diabetes

A diabetes afeta todo o organismo. Quando a glicémia se mantém elevada durante muito tempo, pode aumentar o risco de complicações a nível cardíaco, renal, oftalmológico, neurológico entre outros.

Sintomas associados à Diabetes

  • Boca seca;
  • Cansaço;
  • Fome;
  • Sonolência;
  • Polidipsia (Excessiva sensação de sede);
  • Micções frequentes e urina abundante;
  • Hálito cetónico;

Prevenção

A prevenção é fundamental para ter uma vida mais saudável. De modo a prevenir a doença e/ou evitar as suas complicações:

  • Faça uma alimentação equilibrada;
  • Pratique exercício físico regularmente;
  • Controle periodicamente os níveis de glicémia no sangue;
  • Siga as indicações do seu médico e dos restantes profissionais de saúde;
  • Avalie a sua saúde periodicamente.

03 - Anemia

03 - Anemia

03 - Anemia

  • O que é Anemia
  • Causas da Anemia
  • Sinais e Sintomas da Anemia
  • Diagnóstico de Anemia
  • Como se Trata a Anemia
  • Como se previne a Anemia

03 - Anemia

O que é Anemia

O que é Anemia

A Anemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma situação clínica que resulta da diminuição do número de glóbulos vermelhos ou da hemoglobina no sangue, para valores inferiores aos valores de referência.
Sendo os glóbulos vermelhos as células responsáveis pelo transporte do oxigénio no organismo, os órgãos e tecidos não vão ser oxigenados eficazmente, provocando os sintomas de Anemia.

Causas da Anemia

A diminuição do número de glóbulos vermelhos no sangue ocorre quer pela diminuição da sua produção na medula óssea, quer pela maior destruição ou perda.
As causas de Anemia são diversas: falta de ferro, gravidez, dieta desequilibrada e pobre em ferro, vitamina B12 e ácido fólico, doenças crónicas (como insuficiência renal), mal absorção e algumas doenças hereditárias (como anemia falciforme).
A Anemia mais comum é a Anemia por deficiência em ferro, a qual resulta muitas vezes de perda por hemorragia gastrointestinal. Nos idosos, a Anemia por falta de ferro é muito comum e está relacionada com a diminuição do aporte de alimentos, por diminuição do apetite.

Sinais e Sintomas da Anemia

Sinais e Sintomas da Anemia

O sintoma mais frequente de Anemia é cansaço generalizado e falta de energia.
No entanto, a Anemia pode desencadear outros sintomas como:

  • Palidez;
  • Sonolência;
  • Dor de cabeça;
  • Tonturas;
  • Dificuldade respiratória;
  • Taquicardia (coração acelerado);
  • Hipotensão (tensão arterial baixa);
  • Caimbras.

Diagnóstico de Anemia

O diagnóstico de Anemia resulta da conjugação de dados da observação médica com os resultados laboratoriais.
Os resultados fornecidos pelo laboratório são fundamentais para o diagnóstico de Anemia e consistem fundamentalmente no estudo dos glóbulos vermelhos, pela realização do hemograma.
São avaliados os níveis e as características dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina. Na maioria das vezes o nível de ferro também é avaliado mas podem ser necessários outros parâmetros laboratoriais para se chegar a um diagnóstico definitivo.

Como se previne a anemia

Como se previne a anemia

  • Adoptando uma dieta equilibrada e saudável, onde se incluam carne, peixe, frutas e vegetais;
  • Aumentando o consumo de vitamina C, presente nos citrinos, brócolos e kiwis;
  • As grávidas poderão ter que recorrer a suplementos pela maior necessidade de níveis de ferro e, neste caso, deverão ser acompanhadas pelo seu médico.

02 - Vitamina D

02 - Vitamina D

02 - Vitamina D

  • A importância da vitamina D
  • Deficiência de vitamina D
  • O que causa a deficiência de vitamina D?
  • Quais os sintomas da carência de vitamina D?

02 - Vitamina D

A importância da vitamina D

A importância da vitamina D

No ser humano, a vitamina D é importante no desenvolvimento, crescimento e manutenção do equilíbrio de uma multiplicidade de órgãos e funções, desde a gestação até ao fim da vida.

É de salientar o papel que esta vitamina desempenha no metabolismo ósseo: a sua deficiência leva a raquitismo nas crianças e a osteomalacia (enfraquecimento e desmineralização do osso) nos adultos.

Deficiência de vitamina D

A carência de vitamina D é um estado em que o nível da vitamina, na sua forma de armazenamento, é mais baixo do que o necessário para manter um bom estado de saúde.

Níveis insuficientes de vitamina D são muito comuns e estão relacionados com muitas doenças e sintomas.

Por outro lado, o risco associado ao excesso de vitamina D existe devido ao risco de hipercalcémia (níveis elevados de cálcio) pelo que, todos os doentes que tomam suplementos devem ser monitorizados.

O que causa a deficiência de vitamina D?

O que causa a deficiência de vitamina D?

A síntese endógena da vitamina D (aquela que o nosso organismo produz) requer exposição aos raios ultravioletas do tipo B (UVB), constituindo a exposição solar a principal fonte de obtenção da vitamina (80-90%). Assim, a principal causa de carência de vitamina D é a falta de exposição solar consistente.

Outros fatores que podem contribuir para a carência de vitamina D são:

  • amamentação, se a mãe não tiver ela própria, níveis suficientemente altos para responder às necessidades do bebé;
  • obesidade, pela indisponibilidade da vitamina devido ao tecido adiposo, que evita a sua metabolização;
  • envelhecimento, pela redução da absorção e síntese da vitamina D.

Quais os sintomas da carência de vitamina D?

Quais os sintomas da carência de vitamina D?

A maioria das pessoas com carência de vitamina D não tem sintomas diretamente atribuíveis à falta desta vitamina. Só em caso de carência muito acentuada é que se observam sintomas, como dores musculares, falta de força e de coordenação musculares e contracturas musculares.

As crianças podem apresentar raquitismo com dores, deformações ósseas graves e atraso no crescimento.

As consequências mais comuns da carência de vitamina D são:

  • osteoporose;
  • fraturas por traumatismo mínimo;
  • infeções frequentes.

01 - Prevenção Cardiovascular

01 - Prevenção Cardiovascular

01 - Prevenção Cardiovascular

  • Sugestões práticas para manter o seu coração saudável
  • Quando prevenir as doenças cardiovasculares?
  • Como prevenir as doenças cardiovasculares?
  • O que prevenir?
  • Como prevenir as doenças cardiovasculares?
  • Controle os níveis de glicémia, colesterol, HDL e triglicéridos!
  • Monitorize a sua pressão arterial!

01 - Prevenção Cardiovascular

Sugestões práticas para manter o seu coração saudável

Sugestões práticas para manter o seu coração saudável

As Doenças Cardiovasculares (DCV) são doenças que atingem o coração e os vasos sanguíneos e devem-se, essencialmente, à acumulação de gorduras na parede dos vasos.

As suas consequências mais importantes são o Enfarte do Miocárdio e o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que surgem, na maioria das vezes, de forma súbita e inesperada. Em Portugal estas doenças são uma das principais causas de morte. 

A maioria das DCV resulta de estilos de vida inapropriados e de factores de risco que, se forem controlados, contribuem para uma redução significativa das complicações destas doenças. 

Quando prevenir as doenças cardiovasculares? 

Sempre e em todas as idades!

O que prevenir?

O que prevenir?

O controlo dos fatores como hipertensão, diabetes, obesidade, hipercolesterolémia, tabagismo e inatividade física, é a melhor forma de prevenção destas doenças, por constituírem um risco enorme para a doença.

Quase todas as doenças cardiovasculares (DCV) são provocadas pelo depósito de gordura no interior das artérias, que dificulta a circulação do sangue. Por isso, tenha atenção ao açúcar elevado no sangue, ao colesterol e triglicéridos elevados, ao excesso de peso e obesidade, à pressão arterial elevada e ao sedentarismo!

Como prevenir as doenças cardiovasculares?

Adote estilos de vida saudáveis!..

Seja ativo! O exercício físico deve ser adequado individualmente, englobando as actividades da vida diária e também actividades específicas, dirigidas à manutenção músculo- esquelética, do equilíbrio e cardiovascular.

Coma melhor! A alimentação deve ser adequada a cada situação e deve promover o peso ideal. Deve ser fracionada e variada. Deve ingerir uma quantidade de água igualmente adequada.

Controle os níveis de glicémia, colesterol, HDL e triglicéridos! Se o nível de glicose no sangue for acima do recomendado poderá ter diabetes e as pessoas diabéticas têm um risco maior de sofrer de uma doença cardiovascular! Um nível normal de colesterol e triglicéridos no sangue contribui para impedir que se criem obstruções nas suas artérias.

Monitorize a sua pressão arterial!

Para controlar a sua pressão arterial, deve seguir uma dieta saudável e, sobretudo, reduzir o consumo de sal.

E lembre-se! A prevenção cardiovascular é o caminho para a sua saúde e bem- estar!

Jornal Barlavento, Edição nº 260

Jornal Barlavento, Edição nº 260

Jornal Barlavento, Edição nº 260

"Junto ao Largo da Mó, em Portimão, continua a existir o Laboratório de Análises Clínicas António Mergulhão SA, fundado a 2 abril de 1976 por António Mergulhão.
Nunca alterou a morada e continua onde sempre esteve nas últimas quatro décadas, ainda que tenha sofrido uma forte remodelação."

 Edição 2060  

Postos de Colheita

Postos de Colheita

Licenciados pela ARS Algarve (Administração Regional da Saúde), registado na ERS (Entidade Reguladora da Saúde) com certificação ISO 9001:2008.

Portimão - Laboratório Central

Portimão - Laboratório Central

Portimão - Laboratório Central

Rua Dr. Manuel d'Almeida, nº 2 - 3º Andar
8500-533 Portimão

Horário

2ª a 6ª feira - 8.00h às 18.00h
Sábados - 8.30h às 12.00h

Alvor

Alvor

Alvor

Rua Marquês de Pombal, nº 29 - 1º Dt.
8500-021 Alvor

Horário das Colheitas

2ª feira - 8.30h às 9.15h
4ª feira - 8.30h às 10.00h
6ª feira - 8.00h às 9.00h

Carvoeiro

Carvoeiro

Carvoeiro

Edifício Carvoeiro Terrace, Rua Povo do Burro
8400-502 Carvoeiro - Lagoa

Horário das Colheitas

2ª, 4ª e 6ª feira - 8.30h às 10.30h

Contactos

Telef. 282 350 780

Estômbar

Estômbar

Estômbar

Rua Coronel Manuel Gregório Rocha, nº 5
8400-031 Estômbar - Lagoa

Horário das Colheitas

3ª e 5ª feira - 8.30h às 10.30h

Ferragudo

Ferragudo

Ferragudo

Rua da Igreja, nº 1-3
8400-254 Ferragudo

Horário das Colheitas

3ª e 5ª feira - 8.30h às 09.00h

Lagoa

Lagoa

Lagoa

Rua Basílio Teles, nº 39
8400-355 Lagoa

Horário das Colheitas

2ª a 6ª feira - 8.00h às 11.00h

Contactos

Telem. 965 439 378

Messines

Messines

Messines

Rua da Liberdade, nº 55 r/c
8375-109 São Bartolomeu de Messines

Horário das Colheitas

2ª e 5ª feira - 8.00h às 10.00h

Contactos

Telef. 282 339 130

Mexilhoeira Grande

Mexilhoeira Grande

Mexilhoeira Grande

Largo António Pedro Sousa Martins, nº4
8500-132 Mexilhoeira Grande

Horário das Colheitas

2ª feira - 9.30h às 10.30h
4ª e 6ª feira - 8.30h às 10.00h

Monchique

Monchique

Monchique

Rua Serpa Pinto, nº 7 4-A
8550-467 Monchique

Horário das Colheitas

2ª a 6ª feira - 8.30h às 11.00h

Parchal

Parchal

Parchal

Rua do Município, Bloco 97 R/c
8400-621 Parchal

Contactos

Telef. 282 410 990, Fax. 282 416 465

Horário das Colheitas

3ª e 5ª feira - 9.30h às 10.30h

Portimão - Pedra Mourinha

Portimão - Pedra Mourinha

Portimão - Pedra Mourinha

Urb. Alto do Alfarrobal, Edf. Alfarrobal, Lote G, Loja 4
Portimão

Horário das Colheitas

3.ª feira - 8.00h às 10.00h
6.ª feira - 9.15h às 10.00h

Postos de Colheita?>

Política de Qualidade

De forma a poder atingir níveis de qualidade como referência na área da actividade das análises clínicas o nossos laboratório estabeleceu um conjunto de objectivos gerais, compromissos e linhas de orientação:

  • Prestar serviços tendo em vista a satisfação das necessidades dos clientes;
  • Ter colaboradores de competência comprovada e profissionalismo reconhecido;
  • Melhorar continuamente os recursos (instalações e equipamentos) mantendo os mais elevados padrões de prática laboratorial;
  • Ter metodologias de trabalho orientadas para a prestação de serviços eficientes e eficazes e em constante melhoria;
  • Obter resultados de qualidade em tempo útil, motivando toda a equipa para a melhoria continua dos serviços prestados;
  • Cumprir a legislação e as Boas práticas Laboratoriais.

Qualidade Certificada

Logos PME Lider INSA - Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge

Controlo Qualidade Externo

Os programas de avaliação externa da qualidade são aceites em todo o Mundo como ferramentas indispensáveis usadas pelos laboratórios para avaliar a performance dos seus sistemas analíticos. Os resultados são objectivamente comparados com outros laboratórios que usam as mesmas metodologias, instrumentos e reagentes. Quando usados em conjunto com os controlos de qualidade diários, os programas de avaliação externa proporcionam maior confiança ao laboratório nos resultados dos seus utentes. O Laboratório António Mergulhão S.A. integra o Programa Nacional de Avaliação Externa da Qualidade (PNAEQ) do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Este programa conta com a colaboração de peritos de reconhecida competência oriundos de Laboratórios de Hospitais, Institutos e Universidades públicos. Esta participação permite uma comparação com o estado da arte a nível nacional, um aumento do nível da qualidade laboratorial bem como o aumento do nível técnico.

Controlo Qualidade Interno

Conjunto de acções que visam garantir a qualidade e a reprodutibilidade dos processos e dos resultados produzidos através de monitorização contínua dos factores que nela interferem. A qualidade é da maior importância para o Laboratório António Mergulhão S.A., a melhoria continua da qualidade é vista pelo laboratório como forma de melhorar o atendimento aos nossos utentes e corresponder às necessidades dos nossos clientes.

Para atingir e manter padrões de exigência elevados o Laboratório António Mergulhão S.A. realiza controlos diários aos parâmetros testados bem como verifica a exactidão e clareza do boletim de análise, qualidade da amostra, etiquetagem e condições de transporte.

Contactos

Contactos

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Atendimento ao Público em Portimão

Atendimento ao Público em Portimão

Largo D. João II, Nº 21

8500-666 Portimão

Telefone: 282 413 363

Telemóvel: 961 939 213

Fax: 282 413 366

E-mail: info@antoniomergulhao.pt

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